Artesanato

 

HISTORIA DOS NUCLEOS

 

Os núcleos de artesanato de Ivinhema estão baseados em um amplo processo que envolve a valorização cultural e familiar. Ele se funda no ideal de promoção das famílias de baixa renda através de alternativas que possibilitem o crescimento cultural, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida.Relacionando cultura e arte, o Artesanato proporciona o acesso aos meios, para que os diferentes grupos executem a circulação e a reprodução dos sentidos, valores e costumes, atando laços que ligam historias pessoas, famílias, lugares e estruturas sociais.Distribuídos em dezesseis núcleos de inclusão produtiva, os artesãos produzem edredons, baixeiros, tapeçaria, papel artesanal, patchwork, cerâmica, cestos em taboa, nhanduti, culinária, pintura, costura, trabalhos com fibras de cana, chinelos e cintos em couro.Alem da inserção no mercado de trabalho, o programa Municipal “Núcleos de Inclusão Produtiva” de Ivinhema valoriza a arte para o crescimento da cidadania. Os núcleos criam uma unidade completa quando se transformam em um grande coral das Mulheres Artesãs de Ivinhema.

 

O Projeto atende mais de 130 artesãos de 10 comunidades da região em 16 núcleos distintos:

Núcleo de Artesanato em Cerâmica Amandina

Núcleo de culinária nos Bairros

Núcleo de artesanato em costura Triguenã

Núcleo de tecelagem Gleba Angelina

Núcleo de culinária Amandina

Núcleo de artesanato corte, costura e customização Amandina

Núcleo de artesanato Bom Pastor Vila Cristina

Derivados da Mandioca

Núcleo de papel artesanal Ouro Verde

Núcleo de artesanato em Couro Bairro Itapoá

Núcleo de artesanato Piravevê

Núcleo de artesanato São Sebastião

Núcleo de artesanato em fibras de cana Triguenã

Núcleo de artesanato Gleba Vitória com arte

Núcleo de Pintura Amandina

Núcleo de culinária Gleba Vitória

 

 

Artesão em destaque

 

Aparecido de Mello Escarmanhani

Mestre Aparecido faz artesanato em couro, mas dedicou-se principalmente a fabricação de bruacas, caixas com estrutura de madeira coberta de couro cru, com ou sem pêlo, utilizada para transportar a comida e as tralhas de cozinha da Comitiva Pantaneira, sobre os cargueiros, em lombo de muares. A confecção das bruacas, elemento típico dos condutores de boiadas e dos peões que acompanham os rebanhos de gado pelos corredores do Mato Grosso do Sul, não é muito comum nos dias atuais, havendo a necessidade de manter a tradição sul-mato-grossense.

Em agosto de 2008, participou do concurso nacional do Ministério da Cultura, Secretaria de Identidade e da Diversidade Cultural e foi contemplado com o premio Culturas Populares 2008-Categoria Mestres.

 

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