Entrevista Semi-Aberta com Dr. Diogo

 

Entrevista com o Dr. Antonio Paduo Diogo, dia 24 de Junho de 2012, Deodapolis.
Entrevistadores: André Molina Neto e Valdinei Gyorfi.

 

 

 

P: Qual seu nome completo?

 

R: Antonio de Pádua Diogo.

 

P: Qual a sua religião?

 

R: Católica.

 

P: O nome completo do seu Pai e da sua Mãe?

 

R: Benedito Paulino Diogo e Julia Constantino Ferreira.

 

P: Data de nascimento?

 

R: 08 de Agosto de 1948.

 

P: Local de nascimento?

 

R: Solânea, interior da Paraíba.

 

P: O senhor é casado?

 

R: Sim.

 

P: Qual o nome da sua esposa?

 

R: Maria do Socorro Cardoso de Souza Diogo.

 

P: O senhor tem filho?

 

R: Sim.

 

P: Qual o nome dele?

 

R: Ari Cardoso Diogo.

 

P: Qual sua formação escolar?

 

R: Tenho o ensino superior completo, terminei em 1976.

 

P: Universidade Particular ou Publica?

 

R: Publica hoje Federal.

 

P: O senhor se lembra da primeira escola em que fez o primário?

 

R: Não! Lembro que eu morava numa fazenda naquele tempo, e estudei numa escolinha lá, depois no primeiro grupo escolar daquela época, Celso Sidinei.

 

P: O senhor se lembra da primeira professora?

 

R: Maria das Graças.

 

P: Nesta primeira parte, o senhor gostaria de colocar mais algumas considerações a respeito dos seus familiares? Gostaria de deixar o nome de alguém registrado?

 

R: Bom, eu só tenho a dizer que nós somos uma família grande, somos seis irmãos, cinco homens e uma mulher, e formados nós temos só dois, eu e irmão Sergio que é Advogado.

 

P: O senhor se lembra das primeiras pessoas que teve contato em Ivinhema?

 

R: Olha, Vou contar pra você mais ou menos como foi que tudo aconteceu, eu era na época da Paraíba, [...] Ai veio a divisão do Estado de Mato Grosso do Sul, naquela época, ia ser criado um Estado modelo, ai ouvindo aquilo eu fui conhecer esse Estado. Depois eu vim e procurei informações com o Francisco numa escola em Nova Andradina, então entrei em contado com ele e depois vim conhecer a cidade. Quinze dias mais ou menos depois, eu já sai daqui com um emprego no Estado, Voltei pra Paraíba só para buscar as malas, voltei e fiquei em Nova Andradina. Um mês mais ou menos depois, nós demos uma volta por toda a região que tinha no Estado, e acabei ficando naquela época em Vicentina. Tinha passado a ser cidade naquela época, mas com três meses que eu estava lá, ela voltou a ser Distrito, por caso de questões políticas. Então eu fui embora pra Camapuã, depois de uns seis meses que eu estava em Camapuã, me telefonaram e disseram que o prefeito de Ivinhema estava querendo que eu viesse trabalhar e queria marcar um encontro comigo. Então eu fui à assembléia e fiz o primeiro contato com o prefeito de Ivinhema, e ali ele pediu para eu ir conhecer Ivinhema em 1980. No mês de agosto, eu fui morar em Ivinhema.

 

P: Se o senhor tivesse que comparar, teria exercido seu cargo profissional na Paraíba ou na região do Mato Grosso do Sul? O senhor se sente realizado profissionalmente por estar aqui na região?

 

R: Eu realmente posso dizer que estou realizado aqui, eu gostei muito de Mato Grosso do Sul, e tanto que eu não tenho pretensão nenhuma de voltar para o Nordeste. Lá eu tenho poucos familiares. São só dois irmãos, um mora na Paraíba e o que é advogado mora em Teresina, mas profissionalmente em Mato Grosso do Sul, eu me realizei. Eu gosto muito da minha profissão, gosto de exercê-la, e em Ivinhema, eu enfrentei o hospital Fundo Rural sozinho por praticamente nove anos. [...]

 

Informações adicionais